19 de setembro de 2010

Artigo: Um Universo Elétrico

Há uma teoria que vem ganhando mais força e consistência de uns tempos para cá, uma teoria sustentada pelo engenheiro elétrico Donald E. Scott, em seu site, e muitos outros autores, entre eles cosmologistas e astrônomos. É a teoria de que o universo em que vivemos é de natureza altamente elétrica, diferentemente da outra corrente de pensamento, que diz que mais de 80% de nosso universo é constituído de uma "matéria negra", invisível e impossível de ser medida.

Esta nova teoria diz que existe um tipo de matéria, sim, mas não é invisível; é uma matéria que se encontra no estado de plasma: um estado que não é sólido, nem líquido, nem gasoso.
O estado plasmático já foi descoberto e comprovado em laboratório, em pesquisas sobre os fenômenos elétricos.

Segundo Scott, os astrofísicos e astrônomos não estudam sobre as dinâmicas experimentais do plasma em sua graduação na faculdade, e raramente pegam alguma matéria a respeito de eletrodinâmica.
Na teoria mais comum, a maior força que rege os movimentos e posições dos planetas e galáxias é a gravidade. Mas nesta nova teoria diz que 99% dos fenômenos cósmicos acontecem devido às dinâmicas do plasma.

Diversas descobertas científicas novas estão sustentando esta nova teoria, e deixando os estudiosos da teoria antiga cada vez mais confusos. Um exemplo disso está no Sol: esta estrela possui "manchas solares" escuras, e as medições da temperatura nestas manchas mostram que lá o calor é menor, e o halo que o Sol faz quando está em eclipse é bem mais quente do que as manchas escuras, e tais manchas deveriam, na teoria antiga, mostrar o interior do sol, que supostamente deveria ser mais quente, e mais brilhante também. Segundo a nova teoria, o sol recebe sua energia de fora para dentro, de ondas eletromagnéticas que vêm de outras estrelas ou galáxias.


As manchas solares são mais escuras e mais
frias do que a superfície.

Outro exemplo que deixou os astrônomos perplexos foi de um cometa, que eles lançaram através de uma sonda espacial, um pedaço de objeto metálico nele, para ver de que é feito o cometa, através da observação do impacto do objeto no corpo do cometa. O resutado foi estranho para os astrônomos da teoria antiga, mas esperado para os estudiosos da teoria elétrica: ao atingir o cometa, o objeto causou uma explosão de energia brilhante, que seria um efeito magnético devido ao cometa estar fortemente carregado de eletricidade.

Pulsar M1, a imagem em raio-x acima, é uma estrela que supostamente
seria feita de nêutrons compactados, mas esta teoria não pode ser
comprovada em laboratório, pois seria contra as leis da química. Uma pulsar tem um campo magnético gigantesco, e emite ondas de raio-x, as quais somente podem ser emitidas de uma fonte de eletricidade.

Assista o vídeo sobre essa teoria: Thunderbolts of the Gods (em inglês)

Não somente nosso universo está cheio de eletricidade. Nosso corpo também tem eletricidade, e assim como a Terra ou o Sol, também gera um campo eletromagnético. Isso é chamado de bioeletricidade, ou bioeletromagnetismo. Todos os seres vivos possuem algum nível de bioeletricidade. Nos seres humanos, os processos elétricos envolvem células especiais no cérebro e em todo o corpo. Cada padrão da luz, som, calor, dor, cada contração muscular dos dedos, cada pensamento, é traduzido em uma seqüência de pulsos elétricos. (veja mais sobre bioeletricidade)

Há muito tempo a eletricidade tem sido usada para tratar diversos problemas de saúde, como é o caso dos aparelhos usados em fisioterapia para reabilitação e fortelecimento muscular.
Os acupunturistas também afirmam que suas agulhas funcionam como um meio de estimular os pontos de "energia" do corpo, e muitas vezes a sensação causada pelas pequenas agulhas é de choque elétrico.

A fotografia Kirlian supostamente mostra as radiações
eletromagnéticas naturais de nosso corpo.

Por incrível que pareça, algumas pessoas parecem ter a habilidade de atrair metais com seus corpos, como se fossem ímãs vivos, como é o caso de Liew Thow Lin, da Malásia. Ele é capaz de fazer objetos de metal de mais de 2 quilos grudarem em sua pele. No total, o Homem Magnético, como é conhecido, suporta 36 quilos de metal preso ao corpo.


Outra pessoa que pode fazer o mesmo é a menina sérbia Jelena Momcilov.

Será que os amigos de Phil estavam certos o tempo todo, e só agora os cientistas estão descobrindo isso?


Toda esta discussão sobre um universo cheio de eletricidade me fez pensar uma coisa. Será que as antigas religiões estavam certas? Pois a própria palavra religião significa "religar-se", ou seja, um modo de se religar à algo maior, à uma força superior.


Será que Deus é elétrico?




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