9 de setembro de 2010

Florestas geneticamente modificadas podem alterar a química da atmosfera e da hidrosfera



Imagine o declínio de nossos polinizadores - abelhas, mariposas, borboletas e morcegos - vindo de milhares de acres de árvores tóxicas, geneticamente modificadas de modo que cada célula da árvore exala pesticida, da raiz até a copa. Imagine um mundo sem polinizadores. Sem dispersores de sementes. Sem os micróbios do solo.


Seria uma floresta silenciosa, uma floresta assassina, uma floresta alienígena. Vandana Shiva diz sobre a biotecnologia: "Esta não é uma tecnologia de vida. É uma ciência da morte ".
 
Florestas geneticamente projetadas são um holocausto da natureza. Um documentário premiado, A Silent Forest: The Growing Threat, Genetically Engineered Trees (2005, 46 min) detalha os efeitos terríveis.
 
O diretor do projeto Global Justice Ecology Project, Ann Petermann define a questão: "as árvores geneticamente projetadas são a maior ameaça às florestas que restam no mundo desde a invenção da motosserra".
 
Jim Hightower as chama de "extremamente invasivas, explosivamente inflamáveis e insaciáveis sedentas por água do solo."
 
"As árvores estéreis também seriam capazes de espalhar seus transgenes através de propagação vegetativa", diz Petermann. Ao contrário dos animais, ser sexualmente estéril não impede a reprodução quando se trata de plantas.
 
Fonte: Global Research

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