23 de fevereiro de 2011

Cientistas confirmam: muitos de nós poderão viver até mil anos


O geneticista da Cambridge University, Aubrey de Grey, celebremente declarou: "A primeira pessoa a viver até os mil anos de idade está, sem dúvida vivo hoje ... se percebem isso ou não, salvo acidentes e suicídio, a maioria das pessoas com 40 anos ou mais jovens podem esperar viver séculos".

Talvez de Gray seja demasiado otimista, mas muitos outros se juntaram a busca de uma fonte virtual de juventude. De fato, um número crescente de cientistas, médicos, geneticistas e especialistas em nanotecnologia, muitos com impecáveis credenciais acadêmicas estão insistindo que não há nenhuma razão concreta do porque o envelhecimento não possa ser drasticamente diminuído ou evitado completamente. Não só é possível, teoricamente, eles argumentam, mas é uma meta alcançável cientificamente que pode e deve ser alcançada a tempo de beneficiar aqueles que estão vivos hoje.

"Estou trabalhando na imortalidade", diz Michael Rose, professor de biologia evolutiva na Universidade da Califórnia, Irvine, que tem alcançado resultados inovadores para estender a vida de moscas de fruta. "Vinte anos atrás a idéia de adiar o envelhecimento, muito menos de revertê-lo, era estranha e rejeitada. Hoje, existem boas razões para pensar que seja fundamentalmente possível".

Até agora, os resultados mais interessantes foram gerados pelos laboratórios de genética das universidades maiores, onde os cientistas do anti-envelhecimento têm encontrado maneiras de estender o tempo de vida de uma série de organismos, incluindo mamíferos. Mas a pesquisa genética não é o único campo que pode conter a chave para a eternidade.

Afinal, já temos uma superpopulação, aquecimento global, recursos limitados e outras questões a tratar, então por que agravar o problema, adicionando a imortalidade na mistura?

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