16 de fevereiro de 2011

EUA provoca protestos no Irã através do Twitter


O Departamento de Estado dos EUA começou a enviar mensagens pelo Twitter para os iranianos, aludindo ao "papel histórico" que os meios de comunicação social têm desempenhado em protestos em massa contra a disputada eleição presidencial do Irã em 2009.

Os feeds do Twitter começaram no domingo, quando autoridades dos EUA acusaram o Irã de hipocrisia, apoiando a revolta contra o governo no Egito, mas procurando impedir manifestações anti-governamentais no Irã.

Na conta do Twitter, USAdarFarsi, o Departamento de Estado disse que "reconhece o papel histórico dos meios de comunicação social entre os iranianos. Nós queremos participar das suas conversas."

"Os EUA pede ao Irã que permita que as pessoas desfrutem os mesmos direitos universais para se reunirem pacificamente, como demonstrado no Cairo."

Em Teerã, na segunda-feira a polícia usou gás lacrimogêneo e atiraram bolas em manifestantes, o que se transformou em que disseram ser um rali de Teerã em apoio à revolta árabe em uma manifestação anti-governamental, disseram testemunhas.

A mídia local iraniana e a mídia internacional foram proibidas de livremente cobrirem a enorme onda de protestos desencadeadas pela contestada reeleição em junho de 2009, do presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Mas os iranianos venceram a proibição relatada
usando redes sociais e sites de partilha de imagens, como Twitter, Facebook, YouTube e Flickr, apesar dos esforços dos governos locais para cortar os celulares e a Internet.

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