24 de março de 2011

Mais de 2 mil bebês morreram após serem vacinados


No início deste mês (março 2011), as autoridades japonesas ordenaram a médicos que parassem de usar vacinas contra o pneumococo e Hib porque quatro crianças morreram depois de receber as injeções. No entanto, a verdadeira notícia nunca foi relatada: mais de 2.000 bebês morreram nos Estados Unidos após terem recebido as vacinas para essas doenças mesmo, mas as autoridades recusam-se a alertar os pais e parar a produção. Uma revisão de segurança é fundamental para determinar se uma revogação das injeções perigosas pode ser necessária para proteger mais bebês americanos contra incapacidade e morte.

O Sistema de Laudos de Eventos Adversos de Vacinas (VAERS), operada em conjunto pela FDA e CDC, já recebeu mais de 59.000 relatos de reações adversas às vacinas contra pneumococo e Hib durante os últimos anos. Mais da metade desses casos - 30.094 - necessitaram de internação hospitalar, com 2.169 mortes. Cerca de 95 por cento dessas mortes foram em crianças menores de três anos de idade.

Nos últimos cinco anos, entre 2006 e 2010, 17.595 pessoas nos EUA tiveram reações adversas às vacinas contra pneumococo e Hib, 464 dessas pessoas morreram depois de receber suas injeções. Também deve-se salientar que estes números representam apenas relatos "oficiais" para a VAERS. O ex-chefe da FDA, David Kessler, estimou que para cada relatório oficial de uma reacção adversa ao medicamento, cerca de 100 outras pessoas também estão feridas, mas não conseguem fazer um relatório.

Em resumo, quatro crianças japonesas morreram depois de receber vacinas e o Ministério da Saúde japonês imediatamente interrompeu o programa de vacinação. Autoridades de saúde dos EUA declararam esta ação como "tola", embora seja melhor salvar bebês de danos adicionais. Nos Estados Unidos, milhares de pessoas morreram após receberem vacinas para as mesmas doenças, mas as autoridades não estão nem aí. Autoridades de vacinas dos EUA acreditam que as crianças são dispensáveis, um mercado alvo garantido a ser utilizado para benefício comercial. Incapacidade e morte de cidadãos dos EUA após terem recebido as vacinas mandadas são apenas tratadas como o custo de fazer negócios.

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