20 de maio de 2011

Lâmpadas fluorescentes compactas liberam produtos químicos cancerígenos quando ligadas, diz nova pesquisa


Você é um dos muitos que, no esforço para ser ecologicamente correto e para poupar dinheiro, substituiu suas lâmpadas incandescentes por lâmpadas ecológicas fluorescentes compactas (LFC) economizadoras de energia? Se sim, cuidado. Um novo estudo conduzido por conduzido por Peter Braun no Laboratório Alab de Berlin, Alemanha, descobriu que estas lâmpadas contêm substâncias cancerígenas venenosas que podem causar câncer. Estas incluem:

Fenol, um ácido levemente tóxico sólido cristalino branco, obtido a partir de alcatrão de carvão, utilizado em fabricação química.

Naftaleno, um composto cristalino branco volátil, produzido pela destilação do alcatrão de carvão, usado na naftalina e como matéria-prima para a fabricação de produtos químicos

Estireno, um hidrocarboneto insaturado líquido, obtido como subproduto do petróleo

Os cientistas alemães envolvidos alertam para manter essas lâmpadas "tão longe quanto possível do ambiente humano." Se forem usadas, eles recomendam que você use as lâmpadas com parcimônia, em áreas com boa ventilação, e "definitivamente não nas proximidades da cabeça", pois as lâmpadas elétricas geram poluição, afetando a saúde humana.

O novo estudo alemão apoia semelhantes conclusões perturbadoras de Abraham Haim, um professor de biologia na Universidade de Haifa, em Israel, que descobriu que a luz emitida por lâmpadas fluorescentes compactas aumentou a probabilidade de as mulheres desenvolverem câncer da mama por interromper a produção do hormônio de melatonina do corpo.


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