31 de outubro de 2011

Peru vai reabrir inquérito sobre esterelizações forçadas



Governo anterior coagiu milhares de mulheres, principalmente indígenas, a fazerem cirurgia, dizem ativistas.

Promotores peruanos reabriram uma investigação sobre evidências de que durante o governo de Alberto Fujimori entre 1990-2000 milhares de mulheres foram esterilizadas à força, uma prática que grupos de direitos humanos dizem que era a política oficial do Estado e constitui um crime contra a humanidade.

ONGs locais dizem ter prova de que mais de 2.000 mulheres peruanas foram esterilizadas à força no governo de Fujimori. Mas eles acreditam que o número real está mais perto de 200.000. A maioria das vítimas vivia em áreas rurais, eram pobres e mal educadas. O objetivo do programa era de reduzir a pobreza, reduzindo a taxa de natalidade entre os pobres, que na época representaram um em cada dois peruanos, os grupos dizem.

Funcionários da administração Fujimori negaram que as mulheres foram obrigadas a se submeterem à esterilização, em vez disso eles dizem que as mulheres assinaram um termo de consentimento. Mas ativistas dizem que as mulheres foram enganadas ou ameaçadas.

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