4 de julho de 2013

Fraude da vacina: a mentira da eliminação da poliomielite


A poliomielite não foi erradicada. Apenas mudou de nome.


Talvez você já tenha ouvido comentários sobre as vacinas. Eles costumam falar sobre seus méritos que muito superam os riscos dos efeitos adversos, que nem sequer acreditam que realmente existam.

Um argumento comum usado para confundir as pessoas é que a poliomielite foi erradicada pela vacinação de populações inteiras com vacinas contra a poliomielite. Você pode pensar por um momento que é um argumento válido, um que você não pode contrariar. Mas isso simplesmente não é verdade.

O desaparecimento de "pulmões de aço", aqueles enormes dispositivos semelhantes a câmaras de descompressão em miniatura, personalizadas individualmente em que as vítimas de poliomielite eram colocadas para ajudá-las a respirar, levou a maioria a acreditar que o problema da poliomielite acabou. Mas o pulmão de ferro apenas foi substituído por outro, um dispositivo médico portátil muito menor, conhecido como ventilador mecânico. Os ventiladores são usados agora para ajudar aqueles atingidos com qualquer forma de restrições de respiração, seja a partir de pulmões completamente congestionados, poliomielite, ou outras paralisias que torna impossível respirar normalmente.

Segundo a Dra. Suzanne Humphries, logo após 1955, um acobertamento foi criado para esconder o fato de que a vacina contra a poliomielite estava na verdade espalhando a pólio.  A Dr. Humphries passou a explicar como uma estirpe do vírus mortal vivo contra a poliomielite havia infectado as vacinas Salk e criou uma epidemia de doenças do tipo da poliomielite rotuladas de meningite asséptica ou paralisia flácida aguda (PFA). O termo PFA inclui Guillain-Barre ou "Pólio Francesa", neurite traumática, síndrome de Reye, encefalite por enterovírus, mielite transversa e poliomielite.

Dr. Humphries exibiu um gráfico em seu artigo mostrando como relatórios de poliomielite se nivelaram enquanto os casos de PFA subiram continuamente desde meados da década de 1990, demonstrando que a poliomielite não desapareceu.

Após a vacinação da poliomielite ter começado, foram atribuídos nomes diferentes à polimielite para esconder a ineficácia das vacinas. A Dr. Lorriane Day afirma que 80 a 100 por cento dos casos de polio foram criados pela própria vacina. Mas poucos sabiam disso, porque o nome foi mudado para meningite asséptica.

Então veio a vacina oral contra a poliomielite (VOP) inventada por Albert Sabin, usando vírus vivos atenuados. Isto foi projetado para criar o "derramamento viral" daqueles vacinados para aqueles que não estão vacinados, imunizando-os também.

Bela teoria, mas a realidade era que vírus vivos contidos na VOP tendem a se recombinar e transformar-se em um quarto, uma cepa mais perigosa do vírus da pólio. Houveram mesmo casos nos Estados Unidos, onde os pais foram atingidos com a poliomielite enquanto trocavam as fraldas de seus bebês vacinados.

A perigosa vacina oral da pólio foi eventualmente banida dos EUA e de outros países desenvolvidos, mas os fabricantes da vacina conseguiram empurrá-las à países de terceiro mundo, que não apenas as pagavam, mas forçavam as VOPs em suas populações.

Mas essas estatísticas do vírus selvagem da poliomielite foram negociados pelos casos de vacinas induzidas de pólio com um nome diferente, paralisia flácida aguda não-poliomielite (NPAFP).

Mais uma vez, simplesmente mude o nome de uma doença e ela desaparece enquanto outra aparece com os mesmos sintomas! Excelente para campanhas de relações públicas da indústria de vacina para vender o seu lixo para o terceiro mundo e as nações em desenvolvimento.

Caso você esteja se perguntando por que a mídia ajuda a indústria farmacêutica esconder essa sujeira, perceba que a mídia protege o status quo, bem como sua grande fonte de receitas de publicidade da indústria farmacêutica.

Fonte: Natural Society

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