7 de março de 2014

O poder do som: Antigos monólitos eram usados para fins acústicos



O pré-histórico monumento de Stonehenge pode ter sido construído como um xilofone gigante, afirmam pesquisadores. O Royal College of Art passou meses tocando mais de 1.000 tipos de rocha para estudar as qualidades musicais do monumento.

A maioria das rochas produziu um "baque surdo", enquanto que as bluestones (pedras azuis), que formam o mais antigo círculo de pedras, aparentemente "cantam" ao serem batidas. As rochas fazem uma série de sons metálicos, como sinos, gongos e tambores de lata, o estudo confirmou.

Paul Devereux, que liderou o estudo com Jon Wozencroftfrom, disse: "Nós tivemos percussionistas aqui que foram capazes de realmente obter músicas apropriadas a partir das rochas. Isso é rock de verdade."


Este caso se assemelha aos círculos de pedras da África do Sul. São milhares e milhares de gigantescos círculos de pedras espalhados por todo país. São tantos que você pode encontrá-los pelo Google Earth.

Michael Tellinger descobriu estes círculos, e ao analisar as pedras, descobriu que elas ressoam como se fossem sinos ao serem tocadas.

Com tecnologia moderna, Tellinger e os cientistas foram capazes de detectar e medir frequências sonoras incríveis com propriedades acústicas feitas a partir da terra dentro dos círculos, e que conduzem eletricidade. Estas frequências de som da terra sob as pedras são em forma de flores de geometria sagrada.

Eles também mediram campos eletrônicos de 200 metros de profundidade com um calor de até 80 graus Celsius, tão quente como um vulcão. Não há explicação científica para isso, porque não há nenhum vulcão lá. A temperatura cai drasticamente quando medida a partir do lado de fora do círculo, o que também é inexplicável.

Fontes: ITV e ADG (UK) Blog

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