11 de agosto de 2014

Uso da maconha para tratamento de autismo revela ótimos resultados



A cada 68 crianças que nascem hoje em dia, uma é diagnosticada com autismo. É hora de olhar seriamente para o que está causando essa onda, e descobrir como preveni-la. Uma pesquisa revela que as toxinas ambientais desempenham um grande papel no desenvolvimento do autismo, então algum tipo de reforma tóxica provavelmente ajudaria tremendamente, mas o que mais pode ser feito? Provavelmente surpreendente para muitos, compostos em marijuana foram comprovados por serem muito úteis no tratamento dos sintomas do autismo. Talvez seja a hora de olhar para a maconha como uma planta de cura que ela é.

A Universidade de Stanford disse que os efeitos debilitantes do autismo são causados ​​principalmente por uma mutação genética que bloqueia a produção de canabinóides naturais no corpo, chamados de endocanabinóides, dificultando o modo como essas moléculas se comunicam com o cérebro. Todos nós temos nosso próprio sistema endocanabinóide natural.

Em alguns indivíduos isso funciona melhor do que outros. Pais que têm filhos autistas estão observando olhares vazios tornarem-se abraços amorosos com o uso de maconha medicinal.

Pesquisadores descobriram que um gene mutante, neuroligin-3, responsável pela criação e manutenção de comunicação normal entre as células cerebrais, parece ter uma relação direta com o autismo. Com a introdução de derivados de cannabis no cérebro, pode haver um alívio nos sintomas associados com a doença.

Embora a maneira exata em que o sistema endocanabinóide é perturbado em pessoas autistas ainda não seja compreendido, os pesquisadores dizem que não há evidência significativa que sugira que a maconha medicinal possa ser um tratamento altamente viável para o autismo.

Pesquisadores da Universidade de Irvine, na Califórnia acreditam os cientistas da Universidade de Stanford estão apenas no dinheiro. Eles também descobriram uma ligação entre os endocanabinóides e autismo.

Em um estudo com ratos com síndrome do X frágil, "mostrou melhorias comportamentais dramáticas em testes de labirinto que medem a ansiedade e a aceitação de espaços abertos."

O composto ativo na marijuana, o THC, estimula os mesmos receptores que os endocannabinoides:

"...aumentando as substâncias químicas naturais parecidas com a maconha no cérebro, [isso] pode ajudar a corrigir problemas comportamentais relacionados com a síndrome do X frágil, a causa genética conhecida mais comum do autismo". 

Os pesquisadores não estão defendendo que deva-se dar às crianças a maconha medicinal ainda, porém, afirmam que é necessária mais investigação. Mas alguns pais de crianças autistas pensam o contrário.

Chrissy Hetrick-Leonard é uma mãe com uma criança que sofre de uma lista de doenças, incluindo autismo, Síndrome de Dandy Walker, e convulsões epilépticas. Depois de tentar uma série de medicamentos em sua filha sem alívio, os compostos da maconha 'a salvaram'. Esta mesma história não é incomum entre os outros pais, que descobriram que a maconha pode salvar seus filhos de convulsões terríveis. A planta ainda se mostra promissora no tratamento do câncer - especialmente câncer no cérebro.

"Na primeira semana, eu a vi sair quase como se saísse do armário", diz Chrissy. "Eu tenho contato com os olhos, sorrisos diretos para mim ... A melhora após seis meses é surpreendente."

Mais uma vez, a maconha medicinal está ajudando as pessoas a mudar sua saúde e vida para melhor.

Fonte: Natural Society

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