9 de novembro de 2014

Fundador de Sociedade de Céticos fica chocado após testemunhar evento paranormal


"Eu acabei de assistir um evento tão misterioso que sacudiu meu ceticismo." ~ Michael Shermer


Michael Shermer é um homem muito respeitado entre sua comunidade. Ele é o editor fundador da Skeptic Magazine (Revista Cética), colunista mensal para Scientific American, um colaborador regular de Time.com, e companheiro presidencial na Universidade Chapman. Ele é muito cético e científico por natureza e até agora nunca tinha tido uma experiência sobrenatural ou paranormal.

Aqui está a sua história, como ele escreveu em um artigo intitulado Infrequencies. Também foi publicado na revista Scientific American.

"O evento aconteceu no dia 25 de junho de 2014. Naquele dia, eu me casei com Jennifer Graf, de Köln, na Alemanha. Ela foi criada por sua mãe; seu avô, Walter, foi sua figura paterna mais próxima, mas ele morreu quando ela tinha 16. Ao enviar seus pertences para a minha casa antes do casamento, a maioria das caixas foram danificadas e várias relíquias preciosas perdidas, incluindo binóculos de seu avô. Seu rádio transmissor Philips 070 1978 chegou com segurança, por isso me propus a trazê-lo de volta à vida depois de décadas de mudez. Eu coloquei baterias novas e o abri para ver se havia algum fio solto. Eu até tentei a "manutenção de percussão", pois dizem que funciona em tais dispositivos bater-los violentamente contra uma superfície dura. Silêncio. Desistimos e o colocamos na parte de trás de uma gaveta da mesa no nosso quarto.

Três meses mais tarde, após as assinaturas necessárias para a nossa licença de casamento no tribunal de Beverly Hills, voltamos para casa, e na presença de minha família dissemos nossos votos e trocamos anéis. Estando a 9.000 quilômetros dos familiares, amigos e sua casa, Jennifer estava se sentindo mal e solitária. Ela desejou que seu avô estavesse lá para dar-lhe conforto. Ela sussurrou que ela queria dizer algo para mim sozinho, por isso, saímos para a parte de trás da casa, onde podíamos ouvir uma música tocando no quarto. Não temos um sistema de música lá, portanto, procuramos por laptops e iPhones e até mesmo abrimos a porta traseira para verificar se os vizinhos estavam tocando música. Nós seguimos o som para a impressora sobre a mesa, perguntando-nos absurdamente se esta máquina/scanner/fax da impressora combinadas incluia também um rádio. Não.

Naquele momento Jennifer me lançou um olhar que eu não via desde o thriller sobrenatural do Exorcista que assustou o público. "Isso não pode ser o que eu acho que é, pode?", Disse. Ela abriu a gaveta da escrivaninha e tirou rádio transistor de seu avô, dos quais uma canção de amor romântico flutuava. Ficamos em silêncio atordoados por alguns minutos. "Meu avô está aqui conosco", disse Jennifer, entre lágrimas. "Eu não estou sozinha."

Pouco tempo depois voltamos para os nossos convidados com o rádio tocando conforme contava a história de fundo. Minha filha, Devin, que saiu de seu quarto um pouco antes da cerimônia começar, acrescentou: "Eu ouvi a música que veio de seu quarto bem antes de você estar prestes a começar". O curioso é que estávamos lá nos preparando apenas alguns minutos antes que a música tocasse.

Mais tarde naquela noite, adormeci ao som de música clássica que emanava do rádio de Walter. Apropriadamente, ele parou de funcionar no dia seguinte e tem permanecido em silêncio desde então."

Fonte: Collective Evolution

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